vocedigital

Intolerância à lactose

Estima-se que 60% a 70% da população mundial possui algum problema com a digestão de lactose no Brasil, 35% da população com idade acima de 16 anos, relatam algum tipo de desconforto digestivo após o consumo de derivados de leite, segundo dados da pesquisa Datafolha. 

Afinal, o que é a lactose? 

A lactose é um açúcar presente no leite e seus derivados, composto pela glicose e a galactose. 

Ela também reduz o pH intestinal, aumenta a resistência e regula a flora intestinal. Auxilia também na absorção de nutrientes como o cálcio, magnésio, zinco e manganês. 

Intolerância à lactose 

Quando o organismo não consegue mais digerir de forma eficaz o açúcar do leite, ocorre a intolerância à lactose. Isso acontece pela baixa produção ou ausência da enzima lactase no intestino.

A falta dessa enzima no corpo, faz com que a lactose passe direto para o intestino grosso ao invés do delgado . Isso faz com que as bactérias presentes na lactose não digerida causem sintomas como inchaço, gases e diarreia. 

Sintomas 

O grau de cada sintoma depende da quantidade ingerida e da quantidade de lactose que cada pessoa pode tolerar. Os sintomas mais comuns são:

  • Dor e inchaço abdominal
  • Diarreia
  • Gases
  • Azia
  • Náusea
  • Dor de cabeça 

Tratamentos

O  tratamento deve ser feito através de dieta pois não existe medicamento que estimule a produção de lactase pelo corpo. Mas existem remédios que ajudam a reduzir a alergia, que permite que pessoas intolerantes comam alguns alimentos, como o Lactosil e Enzilac).

Alimentos proibidos 

Tirar alguns alimentos de suas refeições irá ajudar nesse processo. 

Alguns desses alimentos são:

– leite de vaca, queijos, manteiga, requeijão e demais derivados de leite;

– preparações à base de leite (bolos, pudins, cremes, entre outros);

– bolachas e biscoitos que possuem leite em sua composição.

É importante ressaltar que o correto é procurar uma orientação médica para um acompanhamento. 

Mantenha a calma

Caso você tenha identificado esse problema na sua saúde, mantenha a calma. 

Entre em contato conosco. Vamos te direcionar para um especialista.

A JundMed está aqui para te ajudar!

Intolerância à lactose Read More »

Como controlar uma crise de ansiedade?

Segundo dados de 2015 da OMS, 23,6% da população convive com ansiedade, sendo o Brasil o país no qual mais casos ocorrem. 

Apesar de não existir uma faixa etária com maior incidência, a doença é vista com mais frequência em grupos mais jovens, sendo a oitava mais incapacitante entre os adolescentes.

Mas afinal, o que é uma crise de ansiedade? 

A crise de ansiedade é causada pelo sentimento de apreensão pelas expectativas referentes a algo que nem aconteceu ainda, o que é normal. 

O problema é quando se torna frequente, dificultando a execução de suas tarefas no dia a dia. 

É importante tentar evitar determinadas situações, sendo elas específicas ou não. 

É importante ressaltar que em determinadas situações pode se identificar outras comorbidades: 

  • Síndrome do Pânico; 
  • Transtorno Obsessivo Compulsivo;
  • Fobia Social; 
  • Fobias Específicas; 
  • Transtorno de Ansiedade Generalizada.

Assim como a depressão, a ansiedade também é mais presente no sexo feminino, sendo que em homens, casos mais frequentes são os de esquizofrenia. 

Em nível mundial, os números cresceram 14,9% em um período de 10 anos.

Seus sintomas na maioria das vezes são:

  • Batimento cardíaco acelerado; 
  • Sensação de garganta fechada; 
  • Suor; 
  • Tremores 
  • Falta de ar; 
  • Sensação de desmaio; 
  • Sentimento de irritabilidade; 
  • Despersonalização; 
  • Medo de morrer.

Como tratar a ansiedade?

No momento de crises é muito assustador lidar com a ansiedade. 

Mas caso você consiga pensar em lugares que te tragam paz, pensar em músicas que te animam, segurar o ar por alguns segundos e inspirar lentamente, irá te ajudar a controlá-la um pouquinho. 

Mantenha uma boa qualidade de vida é essencial para esse processo, mas sabemos o quanto isso pode ser difícil. 

Para te ajudar, procure um profissional que lhe dê sugestões de como diminuir os impactos da ansiedade e até mesmo medicações que possam ajudar a controlá-la. 

Como a JundMed pode ajudar?

Aqui na JundMed os planos de saúde obtêm profissionais qualificados para poder te ajudar no tratamento da sua ansiedade. 

Verifique aqui o plano que mais se encaixa com você e cuide da sua saúde. 

Conte conosco! 

Como controlar uma crise de ansiedade? Read More »

Conheça um pouco sobre como funciona um plano de saúde

Hoje em dia é fundamental ter um plano de saúde. Mesmo assim, muitas pessoas ainda temem contratar um por não conhecer realmente como funciona.
Neste artigo mostraremos algumas informações para você entender um pouco mais sobre este tema e ficar tranquilo na hora de contratar o seu plano.

Primeiro você precisa entender o motivo de ter um plano de saúde e um deles é a segurança que ele pode trazer quando você ou sua família mais precisar. E que tipo de segurança é essa? A segurança de não precisar pensar em dinheiro ou passar por hospitais públicos quando houver alguma enfermidade ou acidente. 

Todas as operadoras e seguradoras devem estar regularizadas e disponibilizar todo o rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde (ANS). Além disso, podem haver algumas coberturas extras, o que vai depender de cada operadora. É importante estudar e analisar as principais coberturas antes de fechar um plano, para saber se o que você precisa está incluso.

Por que os planos de saúde encarecem cada vez mais?

Quando você contrata um plano de saúde e o mesmo, com o passar do tempo, acaba aumentando drasticamente é assustador, não é? Pois saiba que isso acontece pela usabilidade do seu tipo de plano. Além dos custos médicos básicos terem valores altos, sendo: salário, procedimentos, locações e materiais; existem pessoas que utilizam mais o plano, pois tem necessidades de cirurgias, transplantes, internações e procedimentos de risco, por exemplo. 

Contratando um plano, de qualquer tipo, além do reajuste anual, existe o reajuste de aniversário, pois os valores variam por idade. 

Já ouviu falar em coparticipação?

Sabe aqueles planos que você paga uma mensalidade mais baixa e quando vai utilizar, paga uma pequena taxa? Esse é o plano coparticipativo. 

Para aqueles que não visitam muito o médico, essa é uma opção vantajosa, pois o custo é mais baixo comparado ao plano convencional.

Algumas operadoras limitam o valor mensal da taxa de coparticipação. Por exemplo, naquelas que o limitador é cinquenta reais, cada consulta custa uma taxa de R$10,00 e os exames simples R$20,00. Se o beneficiário do plano coparticipativo fizer duas consultas e quatro exames simples no mesmo mês, o valor pago será de apenas R$50,00.

Carência: um dos maiores motivos de dúvidas.

Carência é como é conhecido o período que o beneficiário precisa aguardar para utilizar algum procedimento no seu plano. 

A ANS é responsável por estabelecer períodos máximos de carência que um plano de saúde pode ter. A partir daí a operadora pode oferecer algumas regalias aos clientes e disponibilizar um período menor de acordo com alguns requisitos. 

Os tipos de procedimentos que têm carências mais altas são: parto (300 dias), CPT (até 2 anos) e internações (180 dias).

Você sabe o que significa a sigla CPT?

A sigla CPT significa Cobertura Parcial Temporária. Este é o período de carência estabelecido para as pessoas que já têm doenças pré-existentes, ou seja, doenças que os beneficiários já tinham antes da contratação de plano de saúde. 

As operadoras não estão obrigadas a cobrir atendimentos de alta complexidade relacionados a essa pré-existência.

Como evitar que o meu plano de saúde fique mais caro?

Há algumas maneiras de fazer com que o plano fique mais barato antes da contratação.

Entenda que planos individuais e coletivos por adesão tendem a ser mais caros, por isso a dica de hoje é optar por um plano com CNPJ. Outra dica é escolher uma rede credenciada regional, ou seja, que atenda apenas a região onde você reside. Redes amplas, como a nacional, são sempre mais caras. 

Não se esqueça de contratar um plano coparticipativo. Como citamos acima, ele tem algumas vantagens para quem quer gastar menos. 

E por último, mas não menos importante, opte por acomodações compartilhadas, a famosa enfermaria. Isso ajudará a deixar seu plano mais barato.

Contrate um plano de saúde conosco!

Essas e outras informações você conseguirá entender melhor na prática. Entre em contato para solicitar sua cotação e conhecer um pouco mais sobre os produtos que temos disponíveis para você.

Conheça um pouco sobre como funciona um plano de saúde Read More »

Plano de saúde pode ter reajuste de 16% em 2022

Em 2022, segundo projeção da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar), os planos de saúde individuais podem subir 16%, alcançando um reajuste recorde. Caso se confirme, este será o maior reajuste já feito pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

“O aumento de itens diversos, como o preço de medicamentos e insumos médicos, a forte retomada dos procedimentos eletivos, o impacto de tratamentos de Covid longa e a incorporação de novas coberturas obrigatórias aos planos de saúde, como medicamentos e procedimentos, impactam diretamente no reajuste”, afirma a Fena Saúde.

Em 2021, foi decidido um reajuste negativo de -8,19% nos planos de saúde individuais em virtude da queda causada pela pandemia no uso de serviços médicos. O maior reajuste anual até hoje foi de 13,57%, em 2016, segundo os dados da série histórica, iniciada em 2000.

Relevante destacar que somente o reajuste dos planos de saúde individuais é determinado pela ANS. Os planos de saúde empresariais ou familiares são estabelecidos pelas operadoras.

Tudo o que você precisar saber sobre como funcionam planos de saúde

Devido a longas filas e depoimentos de atendimento na rede pública, contratar um convênio médico tem sido cada vez mais visto por pessoas que visam cuidar da sua saúde. Os planos de saúde privados nasceram a partir da carência do poder público em oferecer um serviço de saúde de qualidade que consiga atender a todos. Assim sendo, surgiram empresas privadas que, oferecem esse serviço por meio de pagamentos.

Para comercializar um plano de saúde, as operadoras devem disponibilizar o rol de procedimentos determinado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

O rol é uma lista de serviços que incluem cirurgias, exames e tratamentos com cobertura obrigatória pelos planos de saúde. O motivo para alteração no preço é a qualidade da rede de hospitais e laboratórios credenciados.

Quais são os tipos de planos de saúde?

Os clientes buscam por três modelos mais comuns, sendo eles individuais, familiar ou empresarial.

  • Plano de saúde individual:

O plano de saúde individual aprova um beneficiário. Toda pessoa física consegue fazer a contratação diretamente com a operadora de seguros. Além disto, os planos conseguem ser adaptados ao perfil e grupo demográfico de cada consumidor.

  • Plano de saúde familiar

O plano de saúde familiar proporciona a contratação para diversos ou todos os integrantes da família. Contudo, para os casais será necessário apresentar um comprovante de união, como: Certidão de Casamento ou Comprovante de União Estável.

  • Plano de saúde empresarial

O plano de saúde empresarial possibilita muitos benefícios aos colaboradores e conta com inúmeros serviços inclusos, sendo alguns deles Laboratoriais, Hospitais, Clínicas, Especialidades e Ambulatorial. Por esse motivo, é importante verificar quais os serviços e benefícios para decidir o que é mais viável.    No site da ANS), é permitido comparar planos de saúde. Nele, é possível incluir o local de contratação que você almeja, a sua idade e os tipos de coberturas e abrangência como no exemplo abaixo, confira.

Plano de saúde pode ter reajuste de 16% em 2022 Read More »

Prazos de atendimento do plano de saúde: conheça seus direitos

Caso você tenha contratado uma modalidade de plano de saúde com carência, após esse período, você já pode utilizar as coberturas contratadas.

Mas o que muita gente não sabe é que, após o período de carência, esses atendimentos devem ocorrer dentro dos prazos determinados pela ANS (agência nacional de saúde suplementar).

Confira os prazos máximos para atendimento:

De acordo com o plano que foi contratado, você pode exigir que sua operadora agende os atendimentos dentro dos limites abaixo:

ServiçosPrazos máximos de atendimento (em dias úteis)
Consulta básica – pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia07 (sete)
Consulta nas demais especialidades14 (catorze)
Consulta/ sessão com fonoaudiólogo10 (dez)
Consulta/ sessão com nutricionista10 (dez)
Consulta/ sessão com psicólogo10 (dez)
Consulta/ sessão com terapeuta ocupacional10 (dez)
Consulta/ sessão com fisioterapeuta10 (dez)
Consulta e procedimentos realizados em consultório/ clínica com cirurgião-dentista07 (sete)
Serviços de diagnóstico por laboratório de análises clínicas em regime ambulatorial03 (três)
Demais serviços de diagnóstico e terapia em regime ambulatorial10 (dez)
Procedimentos de alta complexidade (PAC)21 (vinte e um)
Atendimento em regime de hospital-dia10 (dez)
Atendimento em regime de internação eletiva21 (vinte e um)
Urgência e emergênciaImediato

Esses prazos são válidos para atendimentos por um dos profissionais ou estabelecimentos da rede conveniada ao plano, não para atendimentos particulares ou de preferência do consumidor.

E o prazo de retorno será determinado pelo profissional responsável pelo atendimento.

O que fazer caso os prazos não sejam cumpridos?

Caso você entre em contato com os profissionais e estabelecimentos e não consiga agendamento dentro do prazo previsto em lei, você deve entrar em contato com a sua operadora e solicitar uma alternativa para o atendimento.

Se, após o contato, a operadora não garantir a consulta dentro do prazo estabelecido, você deverá realizar uma denúncia nos canais de atendimento da ANS, com o número e data do protocolo do atendimento com a operadora.

fonte de dados: https://www.ans.gov.br/

Prazos de atendimento do plano de saúde: conheça seus direitos Read More »

Como reduzir os custos com plano de saúde Pessoal e Empresarial.

Segundo a pesquisa da IESS (instituto de estudos de saúde suplementar) o plano de saúde é o terceiro bem mais importante para os Brasileiros, ficando atrás apenas de moradia e educação.

Porém, com o passar do tempo, os planos de saúde estão ficando mais caros.

Seja por conta do avanço de idade da população, pelos investimentos tecnológicos que as operadoras fazem, ou até mesmo por conta da judicialização da saúde.

Mas o fato é que, por conta desses aumentos, os planos de saúde estão se tornando cada vez menos acessíveis, seja para a população que contrata o plano de pessoa física ou os empregadores que contratam planos empresariais.

E por isso preparamos esse artigo com dicas para reduzir os planos de saúde!

Como reduzir custos com o plano de saúde pessoal

  1. Planos de saúde com coparticipação: Uma das formas de reduzir significativamente é selecionar a modalidade de coparticipação, onde a cada consulta ou exame, você paga uma parte do valor do serviço. É uma das modalidades mais econômicas do mercado para quem não tem doença crônica ou necessita de assistência médica eventualmente.
  2. Procure por planos mais baratos na operadora que contratou: Todas as operadoras possuem diversas linhas de plano, com coparticipação, sem coparticipação, acomodação, abrangência nacional e etc. Analise todos os pontos e veja quais serviços você pode dispensar, para que o valor fique menor.
  3. Procure outras operadoras: Hoje, com a crescente comercialização dos planos de saúde, surgiram diversas operadoras, com diversas linhas de plano, e com isso vamos ao próximo tópico.
  4. Negocie com as operadoras: Como falamos no tópico anterior, existe uma disputa muito acirrada das operadoras, negocie com elas condições especiais.
  5. Escolha uma cobertura menor: Planos com abrangência nacional são mais caros se comparados a planos com abrangência regional.

Como reduzir o valor do plano de saúde empresarial

Antes de mais nada, a pergunta que todo empresário faz é: A empresa tem obrigação de oferecer plano de saúde aos colaboradores?

E a resposta é NÃO.

Mas se sua empresa quer se diferenciar das demais e manter seus funcionários, vale muito a pena.

O plano de saúde promove um bem-estar e valorização entre os funcionários, o que também pode gerar um ganho em sua produção.

Embora o plano de saúde tenha um grande impacto na folha de custos da empresa, existem alternativas que você pode encontrar para oferecer esse benefício sem comprometer o orçamento e a saúde dos cofres.

  1. Migrar para planos com coparticipação: como abordamos anteriormente, essa modalidade impacta diretamente nos custos mensais.
  2. Planos com descontos: Dependendo da quantidade de funcionários que a empresa possui, essa é uma ótima forma de negociar, fechando por quantidade.
  3. Ambulatório Interno: Apesar do investimento inicial para a implementação, a longo prazo a redução de custos e sinistralidade é significativa, além da diminuição do índice de faltas.

Como reduzir o valor do plano com ajuda de uma corretora?

A JundMed está há 22 anos oferecendo as melhores opções de Planos de Saúde e Odontológicos em Jundiaí e região, desempenhando sempre um atendimento diferenciado, dinâmico e com eficiência.

Representamos as melhores operadoras de saúde do Brasil com as melhores opções de coberturas.

JundMed Corretora, a mais antiga de Jundiaí e Região no ramo de Planos de Saúde, clique no botão abaixo e solicite agora mesmo uma cotação!

Como reduzir os custos com plano de saúde Pessoal e Empresarial. Read More »

ANS Responde: dúvidas sobre plano de saúde

Diariamente recebemos mensagens de pessoas interessadas em fazer a contratação de um plano de saúde, mas com muitas dúvidas que são regulamentadas e estabelecidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), agência reguladora vinculada ao Ministério da Saúde responsável pelo setor de planos de saúde no Brasil.

Por isso, neste artigo, separamos as perguntas frequentes relacionadas ao tema. Confira abaixo!

Quem pode contratar um plano de saúde?

Os contratos individuais ou familiares são assinados entre empresas de planos de saúde e pessoas físicas.

Os planos de saúde coletivos são contratados por uma pessoa jurídica, que pode ser uma empresa, uma associação, um órgão de classe ou sindicato. A contratação do plano pela pessoa jurídica poderá ocorrer diretamente com uma operadora ou com a participação de uma administradora de benefícios, na qualidade de estipulante do contrato firmado com a operadora de plano de assistência à saúde ou, ainda, na qualidade de participante ou de representante mediante formalização de instrumento específico.

A renovação dos contratos é automática e acontece ao final da vigência mínima estabelecida no texto contratual, não podendo ser cobrada nenhuma taxa ou qualquer outro valor no ato da renovação.

Nos planos individuais ou familiares, a operadora poderá estipular que o prazo de vigência mínima do contrato será de 1 ano, a contar: da data da assinatura, ou da proposta de adesão, ou da data de pagamento da mensalidade inicial, o que ocorrer primeiro.

Nos planos coletivos, as operadoras poderão estipular prazo de vigência mínima, devendo, nesse caso, indicar que a renovação automática do contrato será por prazo indeterminado. A data de início da vigência para os coletivos é a data de assinatura do contrato, para efeito de reajuste anual. As partes contratantes podem negociar o início da vigência do contrato, desde que até este momento não seja feito nenhum pagamento à operadora. Nos planos operados por autogestão, o início da vigência será a data da aprovação do regulamento ou a data da assinatura do convênio de adesão pelo patrocinador.

O que deve receber no momento da contratação?

Nos contratos de planos de saúde celebrados após 03/11/2009, a operadora do plano de saúde deverá entregar ao consumidor:

Manual de Orientação para Contratação de Planos de Saúde (MPS)

Entregue antes da assinatura ao contratante, nos planos individuais ou familiares; ou ao representante da pessoa jurídica contratante ou administradora de benefícios e aos beneficiários titulares, até a assinatura da sua proposta de ingresso no plano.

Guia de Leitura Contratual (GLC)

Entregue junto com o cartão de identificação do beneficiário titular ao contratante, nos planos individuais ou familiares; ou à pessoa jurídica contratante nos planos coletivos, que deverá entregar cópia do instrumento contratual contendo, no mínimo, os temas do GLC, sempre que solicitado pelo beneficiário titular do plano de saúde.

Qual o prazo de validade do plano?

Contratos de planos individuais ou familiares

A rescisão ou suspensão do contrato somente poderá ocorrer em duas hipóteses:

  • por fraude comprovada por parte do consumidor; ou 
  • por não pagamento da mensalidade por mais de sessenta dias, consecutivos ou não, durante os últimos doze meses de vigência do contrato, desde que o consumidor tenha sido comprovadamente notificado até o 50º dia do atraso.

Contratos de planos coletivos

A rescisão contrato somente poderá ocorrer em três hipóteses:

  • imotivadamente após a vigência do período de doze meses e mediante prévia notificação da outra parte com antecedência mínima de sessenta dias;
  • antes dos primeiros doze meses de vigência, se motivada por uma das causas de rescisão previstas no contrato; ou
  • antes dos primeiros doze meses de vigência, imotivadamente, quando poderá ser cobrada de multa pela outra parte, se estiver prevista em contrato.

Converse com o nosso time!

Ainda tem dúvidas sobre o melhor plano de saúde para se contratar? Fale conosco!

Há 22 anos oferecemos as melhores opções de Planos de Saúde e Odontológicos em Jundiaí e região, desempenhando sempre um atendimento diferenciado, dinâmico e com eficiência. Para agendar uma consultoria, fale com a nossa equipe. Clique aqui e entre em contato conosco pelo WhatsApp!

Fonte das informações: https://www.ans.gov.br/aans/index.php/752-quem-pode-contratar-um-plano-de-saude-o-que-deve-receber-no-momento-da-contratacao-e-qual-o-prazo-de-validade-do-plano

ANS Responde: dúvidas sobre plano de saúde Read More »

Plano de saúde para idosos: compensa?

Nas últimas décadas, a expectativa de vida está crescendo significativamente.

De acordo com a reportagem da Agência Brasil, a expectativa de vida no país subiu para 76,8 anos em 2020, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para os nascidos em 2019, a expectativa era viver, em média, até 76,6 anos. Em cinco anos, a expectativa de vida subiu 1,3 ano, enquanto em dez anos houve um crescimento de 3,3 anos.

Com a expectativa de vida subindo cada dia mais, o envelhecimento se torna uma pauta importante. Por isso, o artigo desta semana aborda detalhes sobre o processo de envelhecimento e os cuidados necessários na saúde para se ter uma velhice digna.

Sobre o envelhecimento

O envelhecimento é um processo natural, que ocorre com todos os idosos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), considera-se idoso todos aqueles que já passaram dos 60 anos, mas é válido lembrar que: a idade não é um marcador preciso das mudanças que acompanham o envelhecimento.

Os idosos são pessoas que já passaram por inúmeras situações e experiências ao longo da vida, tanto em âmbito social como no profissional. São pessoas que retém grandes histórias e ótimas fontes de conhecimento e aprendizado. Mas assim como em qualquer fase da vida, as mudanças ocorrem e com elas os cuidados devem ser redobrados.

Nesta fase, o corpo e a mente costumam sofrer um processo natural de diminuição das funcionalidades, podendo afetar a saúde física e a mental. A genética é um dos fatores que interferem diretamente na saúde dos idosos, visto que alguns podem sofrer com alterações de saúde e não adoecer, e outros sim – isso varia de idoso para idoso.

Envelhecer com saúde

Em relação aos cuidados médicos, a terceira idade é uma fase de mudanças. Para envelhecer com saúde, é preciso cuidar do corpo e investir em cuidado próprio ao longo de toda a vida. Um desses investimentos é o de contratar um plano de saúde.

Normalmente, os planos de saúde ficam mais caros na terceira idade por conta do uso frequente dos serviços. Isso acontece porque é nessa idade que os problemas de saúde começam a surgir e se intensificar.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) indica que os valores são determinados por faixas etárias. De quatro em quatro anos, conforme o beneficiário atinja uma determinada idade, ele passa para outra faixa e o valor do plano aumenta. Depois dos 59 anos, não há mais variação no valor da mensalidade em razão de mudança de faixa etária.

O percentual de reajustes por faixa etária deve constar no contrato. Além disso, o valor fixado para a última faixa etária (59 anos ou mais) não pode ser superior a seis vezes o valor da primeira faixa (0 a 18).

Mas vale a pena contratar um plano de saúde para idosos?

A resposta é: sim! Vale a pena, principalmente porque o convênio médico oferece serviços relacionados à saúde com um preço fixo. Desse modo, é possível cuidar da saúde de forma constante, por meio de consultas periódicas com especialistas.

Com o acesso facilitado, o idoso pode procurar um médico sempre que precisar e não apenas quando já estiver com a saúde comprometida.

Além disso, um plano de saúde garante um atendimento mais acolhedor do que no SUS (Sistema Único de Saúde), por conta da alta demanda que o serviço público possui. Existem planos e operadores que oferecem ainda descontos em drogarias e isto reverte em medicamentos mais em conta.

Conte com a JundMed!

Se você reside na região de Jundiaí, a dica é consultar as novidades dos planos que a JundMed possui. Aqui você encontra as melhores soluções com os melhores preços!

Contrate um plano de saúde e tenha:

  • Infraestrutura de qualidade;
  • Garantia de atendimento;
  • Facilidade em agendar consultas;
  • Conforto dos quartos;
  • Atendimento mais humanizado;
  • Diversas opções de plano;
  • Especialistas qualificados.

Clique aqui e entre em contato com a nossa equipe!

https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2021-11/expectativa-de-vida-no-brasil-sobe-para-768-anos

Plano de saúde para idosos: compensa? Read More »

Ergonomia: como ter um home office melhor e sem dores

Tem quem já não se imagina trabalhando sem ser home office e há pessoas que preferem o bom e velho modelo presencial, mas fato é: para quem trabalha de casa, é preciso repensar o seu ambiente e estrutura, além de investir fortemente na ergonomia.

O sistema de trabalho em home office foi adotado com mais frequência por pequenas e grandes empresas, públicas e privadas, no início da pandemia e apresenta uma forte tendência de permanência para as companhias nos próximos anos.

No artigo desta semana, você acompanha inúmeras dicas sobre como adotar a ergonomia em seu dia a dia. Para quem nunca ouviu falar, é importante destacar que a ergonomia se relaciona diretamente com a relação do homem com as condições de trabalho, sempre com o propósito de estabelecer normas para melhorar a saúde física e emocional do profissional.

Explicando a ergonomia

A origem do termo deriva a partir de duas palavras do grego: ergon (trabalho) e nomos (normas).

No geral, quer dizer normas de trabalho para aprimorar o bem-estar e a qualidade de vida do trabalhador. Na prática, ela analisa o perfil de trabalho e elabora medidas para reduzir os riscos, desde os dos ambientes (melhorando as condições físicas), até na organização dos processos.

Qualquer pessoa que ainda não investe em ergonomia está propícia a sofrer lesões, como as ocupacionais, síndrome de Burnout, esgotamento e ansiedade, por exemplo.

Por essa razão, dividimos a ergonomia em três principais áreas: física, organizacional e cognitiva. Conheça cada uma delas!

Ergonomia física – Com o objetivo de manter a saúde física intacta, essa área alerta para questões relacionadas à postura, visão e demais partes do corpo atingidas pelo excesso de trabalho. Deste modo, é possível reduzir os movimentos repetitivos e adequar o ambiente de acordo com as necessidades individuais de cada colaborador.

Ergonomia organizacional – No quesito organizacional, ela dá mais atenção ao método de se organizar, ou seja, confere se os processos internos estão organizados, corretos e otimizados. A ideia aqui é estimular trabalhos em grupo, mesmo em home office e implementar projetos participativos.

Ergonomia cognitiva – Por fim, a área cognitiva envolve assuntos relacionados às condições mentais nas quais o trabalho é exercido. Entre os fenômenos que podem ser evitados, estão estresse, exaustão e ansiedade. Quando algum destes fatores estão controlados, eles podem impactar positivamente na gestão de conflitos internos.

Dicas úteis & e a importância da ergonomia no home office

Caso você esteja atuando remotamente, você precisa adaptar o seu escritório e o seu corpo para esses hábitos internos. Manter a postura, estar arrumado, tomar um café no horário certo, ter hora para entrar e sair são as dicas gerais e úteis enquanto se está trabalhando de casa. Além disso, investir na ergonomia é também avaliar os seguintes aspectos:

  • Altura da tela do computador deve estar equiparada aos olhos do colaborador, evitando a posição corcunda;
  • A cadeira deve ser adequada para o trabalho, com encosto para a lombar e apoios para braços ajustáveis;
  • Descanso para os pés são essenciais para os trabalhadores que não alcançam o chão com seus pés;
  • Mouse, teclados, mousepads e outros equipamentos adequados são necessários para a prevenção de lesões por esforços repetitivos;
  • Exercícios de alongamento devem ser realizados com certa frequência durante o dia, a empresa deve estimular a ginástica laboral;
  • Evitar o excesso de trabalho e sobrecarga do colaborador, a empresa deve ter funcionários suficientes para o trabalho a ser realizado.

Cuidar da sua saúde no home office possibilita mais concentração, bem-estar, qualidade de vida e saúde para lidar com os desafios do dia.

Conte com a Jundmed!

Fique por dentro das novidades relacionadas à saúde e ao trabalho no blog da JundMed.  

Aqui você encontra detalhes sobre planos de saúde, diagnósticos e tratamentos.

Sempre quando identificar qualquer desgaste físico ou emocional, não hesite em procurar um profissional da medicina.

Se você ainda não tem um plano de saúde, clique aqui e veja as vantagens de contar com um e se você já possui, veja novas opções de upgrade. Conosco você conta com inúmeros planos de saúde, clínicas e laboratórios conveniados.

Tenha um plano de saúde para usufruir à vontade!

Clique aqui e mande a sua mensagem para nós!

Ergonomia: como ter um home office melhor e sem dores Read More »

Como declarar o plano de saúde no imposto de renda

Uma das responsabilidades anuais dos brasileiros que tiveram rendimento acima de R$ 28.559,70 em 2021 é realizar a declaração do imposto de renda.

Em 2022, os contribuintes têm até 29 de abril para entregar a declaração completa à Receita Federal. Neste período, é comum que muitas pessoas fiquem com dúvida quanto ao sistema utilizado e como a declaração deve ser feita.

Na hora de declarar o IR, é preciso avaliar alguns gastos que aconteceram ao longo do ano e separar documentos específicos.

Por isso, a equipe da JundMed preparou este artigo para orientar a inclusão do seu plano de saúde na declaração. Veja dicas e facilite o seu processo!

Declarando o IRPF

Quando você começa a declaração do imposto de renda, o primeiro passo é separar os gastos.

Entre eles, está o com a saúde.

Os gastos com a saúde própria ou de dependentes devem ser feitos em “Pagamentos Efetuados”

Esses gastos englobam despesas com médicos de diferentes especialidades, pagamentos em geral para plano de saúde e hospitais, aparelhos ortopédicos e exames de laboratório também.

-Plano de saúde pago pelo contribuinte

Os planos de saúde particular ou familiar devem ser declarados na área de “Pagamentos efetuados”.

No quadro de “Dados do pagamento”, o código 26 é usado para planos de saúde e as informações precisam ser as mesmas que estão no comprovante de pagamento.

No campo “Valor pago” é preciso colocar o valor total de pagamentos do ano, ou seja, somar tudo que foi pago durante 2021. Neste caso, o abatimento é de 100% do valor.

-Plano de Saúde com coparticipação

Se a empresa paga parte do plano de saúde e o funcionário pague o restante, também é preciso ser declarado no IRPF. Porém, quando for preencher os dados do pagamento, no campo de “Valor pago” coloque apenas o que gastou ao longo do ano.

Por exemplo, se a empresa paga R$100 por mês e você paga R$50, na hora de declarar o imposto, é preciso considerar apenas a sua parcela. R$50 x 12 meses = R$600.

-Plano de Saúde Familiar

Para os planos de saúde familiar, geralmente há um titular e vários dependentes. Dessa forma, é preciso que o titular do plano faça o registro dos gastos.

Um exemplo claro desta situação é de um plano de saúde que tem o pai como titular e como dependentes, a esposa e o filho. Durante a declaração, é ele quem deve declarar o valor referente à parte dele e do filho.

Se a esposa declara o Imposto de Renda separadamente, ela pode incluir o valor referente a parte dela, mesmo que o recibo esteja no nome de outra pessoa.

Pode parecer confuso, mas a ideia é que você só possa declarar os gastos próprios ou dos dependentes que estão registrados na sua declaração do Imposto de Renda. Ou seja, se pago algo para outra pessoa, que não é dependente, não pode entrar como dedução.

Como comprovar as despesas médicas?

Qualquer informação cedida à Receita Federal deve ser comprovada, por isso, é preciso contar com todos os recibos e comprovantes de pagamento.

Isso é importante pois caso ocorra alguma divergência de informação, você pode comprovar o que declarou. Lembre-se de que todos os recibos devem ser guardados por 5 anos, no mínimo, sempre contato do dia 1° de janeiro do ano seguinte ao ocorrido.

Medicamentos podem entrar na declaração do imposto de renda?

Não. Mesmo que os gastos com saúde sejam uma das melhores alternativas para fazer abatimento no IR eles não entram na lista, pois não possuem um valor máximo e não podem ser usados como despesa dedutível na hora de fazer a declaração.

Fale com a Jundmed!

O conteúdo te ajudou no processo de declaração do imposto de renda?

Em caso de dúvidas, entre em contato com a nossa equipe para esclarecer todas as dificuldades. Além disso, para saber mais sobre os planos de saúde ou contratar um, clique aqui.

Temos uma equipe preparada e disposta para te atender!

Fonte das Informações: Uol | Pag Seguro

Como declarar o plano de saúde no imposto de renda Read More »

Rolar para cima