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ANS define percentual negativo de reajuste para planos de saúde individuais

Percentual máximo autorizado pela Agência é -8,19%; medida vale para o período de maio de 2021 a abril de 2022

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) definiu que os planos de saúde individuais ou familiares terão percentual de reajuste negativo no período de maio de 2021 a abril de 2022. O índice estabelecido é de -8,19% e reflete a queda das despesas assistenciais ocorrida no setor no ano de 2020 em virtude da pandemia de Covid-19. Na prática, o percentual negativo resulta em redução na mensalidade e as operadoras são obrigadas a aplicar o índice, que não pode ser maior do que definido pela agência reguladora.

A aprovação do percentual aconteceu em reunião de Diretoria Colegiada nesta quinta (8/07) e a decisão será publicada no Diário Oficial da União. O índice deve ser aplicado pela operadora a partir da data de aniversário do contrato, ou seja, no mês de contratação do plano. A base anual de incidência é de maio até abril do ano seguinte. Para chegar ao índice, a ANS utilizou metodologia de cálculo que vem sendo aplicada desde 2019, que combina a variação das despesas assistenciais com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desconsiderando o item Plano de Saúde.

“O resultado do percentual obtido este ano confirma a robustez e a resiliência do modelo de cálculo do reajuste, que retrata os custos dos planos mesmo em um contexto atípico. Isso traduz uma forma justa de recomposição das receitas, gerando equilíbrio e um horizonte de sustentabilidade ao mercado, aliados a um mecanismo de incentivo à eficiência e melhor gestão das despesas assistenciais das operadoras”, destacou o diretor-presidente substituto da ANS, Rogério Scarabel.

O resultado negativo do índice é reflexo da redução na utilização de serviços na saúde suplementar ocorrida em 2020, fenômeno provocado pela pandemia de Covid-19. Com as medidas protetivas para evitar a disseminação do vírus, houve uma queda na procura por atendimentos que não eram urgentes. A aplicação dos índices efetivamente apurados (sejam negativos ou positivos) é necessária para assegurar que a relação contratual siga as regras pré-estabelecidas, mantendo o equilíbrio entre as partes.

O reajuste é válido para os planos de saúde individuais ou familiares médico-hospitalares regulamentados (contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98). Atualmente, esse tipo de contratação responde por 17% do total de beneficiários em planos de assistência médica, ou seja, cerca de 8 milhões de usuários, de acordo com dados referentes a maio de 2021.

Informações do boleto

Os beneficiários de planos individuais devem ficar atentos aos seus boletos de pagamento e observar se o percentual de reajuste aplicado é igual ou inferior ao definido pela ANS e se a cobrança com o índice de reajuste está sendo feita a partir do mês de aniversário do contrato, que é o mês em que o contrato foi firmado. É importante lembrar que as parcelas relativas à recomposição dos reajustes suspensos no período de setembro a dezembro de 2020 continuam sendo aplicadas normalmente de acordo com o parcelamento determinado pela ANS. Isto é, as parcelas da recomposição não sofrerão o reajuste de 2021.

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 Reajustes negativos, embora não sejam comuns, são aplicados no setor de planos de saúde. No caso dos planos individuais, é a primeira vez que ocorre. Veja no gráfico abaixo o histórico dos percentuais aplicados desde 2000.

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Despesas assistenciais em 2020

É importante destacar que a natureza dos custos do setor não é vinculada a um índice de preços, mas de valor. Ou seja, o custo final do plano de saúde é impactado por fatores como o aumento ou queda da frequência de uso do plano de saúde e a inclusão de novas tecnologias.

Ao longo de 2020, os gastos do setor com atendimento assistencial (eventos indenizáveis líquidos) oriundos de procedimentos como consultas, exames e internações, sofreram queda significativa comparado aos anos anteriores. Os dados estão disponíveis no Prisma Econômico-Financeiro da Saúde Suplementar, publicação divulgada trimestralmente pela ANS.

Confira no gráfico abaixo as despesas assistenciais ao lado das receitas de contraprestação do setor a cada trimestre, desde 2018:

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Veja como é aplicado o reajuste

O índice de reajuste autorizado pela ANS pode ser aplicado somente a partir da data de aniversário de cada contrato. Para os contratos com aniversário em maio, junho, ou julho será permitida aplicação retroativa do reajuste, na forma prevista pela RN nº 171/2008.

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Entenda como calcular o percentual de reajuste dos planos individuais ou familiares

Fruto de estudos efetuados pela Agência ao longo dos últimos dez anos e amplamente discutido com o setor e a sociedade, o Índice de Reajuste dos Planos Individuais (IRPI) combina o Índice de Valor das Despesas Assistenciais (IVDA) com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), retirando-se deste último o subitem Plano de Saúde.

O IVDA reflete a variação das despesas com atendimento aos beneficiários de planos de saúde, enquanto o IPCA incide sobre custos de natureza não assistenciais, como despesas administrativas. Na fórmula, o IVDA terá peso de 80% e o IPCA de 20%. A fórmula do IVDA tem três componentes: a Variação das Despesas Assistenciais (VDA), a Variação da Receita por Faixa Etária (VFE) e o Fator de Ganhos de Eficiência (FGE).

A VDA é calculada com base nos dados das demonstrações contábeis e quantidade de beneficiários enviados pelas operadoras à ANS periodicamente. As bases utilizadas no cálculo são públicas, conferindo, assim, maior transparência e previsibilidade. Este ano, além da publicação das bases de dados, a ANS está disponibilizando um caderno na linguagem R que documenta passo a passo o cálculo da variação das despesas assistenciais a ser utilizada no cálculo do percentual máximo de reajuste dos planos individuais ou familiares e permite a replicação do cálculo pelo público em geral.

A VFE deduz a parcela da variação de despesas das operadoras que já é recomposta pela variação das mensalidades por mudança de faixa etária. Já o FGE é um índice de eficiência apurado a partir da variação das despesas assistenciais, transferindo para os consumidores a eficiência média do setor e evitando um modelo de repasse automático da variação de custos.

Saiba mais sobre metodologia de cálculo de reajuste dos planos individuais ou familiares

Assista ao vídeo sobre as regras reajuste dos planos individuais ou familiares

Portabilidade de carências

Os consumidores têm o poder de escolha. Caso entendam que seu plano de saúde não está lhes atendendo adequadamente, podem optar pela portabilidade de carências para outra operadora. Para saber as opções disponíveis no mercado para contratação ou troca via portabilidade de carências, o interessado pode fazer comparações ao consultar o Guia ANS, no portal da Agência.

Para saber os requisitos para a realização da portabilidade de carências, incluindo as novidades implementadas pelas regras trazidas pela RN nº 438/18, confira aqui.

Em caso de dúvidas, os consumidores podem entrar em contato com a ANS por meio dos seguintes canais de atendimento:
• Disque ANS: 0800 701 9656
• Central de Atendimento ao Consumidor, no endereço eletrônico www.gov.br/ans
• Central de atendimento para deficientes auditivos: 0800 021 2105

 Veja aqui Perguntas e Respostas sobre o Reajuste de planos individuais ou familiares

Fonte: https://www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/noticias/beneficiario/ans-define-percentual-negativo-de-reajuste-para-planos-de-saude-individuais

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Plano Odontológico: vale a pena contratar?

Quando se fala em opções de planos, a primeira coisa que vem à cabeça é sobre os planos de saúde. Certo? No entanto, existem outras possibilidades que abrangem as diferentes necessidades dos clientes. Entre eles, está o plano odontológico. Neste artigo, a JundMed vai explorar o que é preciso levar em consideração para contratar um e o porquê ele é tão importante.

O plano odontológico é caracterizado por oferecer tratamentos dentários aos seus beneficiados, tendo como base o plano de cobertura escolhido. Fazem parte dos tratamentos mais comuns a limpeza, tratamento de cáries, remoção de tártaro e limpeza de placas bacterianas. De forma geral, a partir do pagamento de uma taxa, você fica assegurado com assistência dentária garantida.

É fato que muitas pessoas só procuram um dentista em caso de dor ou emergência e isso pode ser muito ruim. Quando você realiza um tratamento dentário regular, sua saúde bucal fica prevenida, com um serviço de qualidade.

Conheça algumas vantagens para contratar o plano

  • Prevenção de doenças bucais;
  • Cobertura ampla e tratamentos modernos;
  • Profissionais qualificados;
  • Tranquilidade financeira;
  • Ótimo custo-benefício;
  • Qualidade de vida e bem-estar.

Sobre o Plano Odontológico Empresarial

Muitas empresas contam com a opção de oferecer esse tipo de plano para os seus funcionários, o que mostra ao colaborador que ela se preocupa com a saúde e qualidade de vida deles.

Por isso, os benefícios são muitos para ambos os lados. Do ponto de vista da empresa, as faltas por dores e incômodos bucais serão reduzidos enquanto para os colaboradores, eles terão acesso a uma saúde bucal qualificada sempre que precisarem. Contratar um plano odontológico para os funcionários, não só os deixam mais saudáveis, mas também proporcionam maior satisfação com o ambiente de trabalho.

As pessoas têm valorizado este benefício cada vez mais, devido aos altos valores que alguns tratamentos odontológicos possuem. Vale ressaltar que o funcionário com uma saúde física, mental e bucal em dia trabalha melhor e mais feliz.

Dicas para escolher seu Plano Odontológico ideal

A regra é a mesma de escolher um plano de saúde: faça pesquisas e cheque as vantagens de cada opção para garantir seu plano odontológico ideal. Veja algumas dicas a seguir!

Confira o registro na ANS – A JundMed já detalhou o que é e como funciona o rol de procedimentos ANS, clique aqui e leia o artigo completo. Por isso, é necessário que você investigue se o plano que vai adquirir faz parte da (Agência Nacional de Saúde Suplementar), vinculada ao Ministério da Saúde. Para checar, solicite o número de registro e veja no site do órgão, se o convênio odontológico foi autorizado a funcionar.

Veja a rede credenciada – Sempre pesquise clínicas e consultórios e veja ainda se o plano odontológico inclui laboratórios e hospitais de abrangência regional e nacional. Isso é importante para checar quais redes fazem o atendimento.

Analise o valor do convênio – Faça uma pesquisa de mercado e leve em consideração o melhor custo-benefício ideal para você. Lembre-se que nem sempre o mais barato é o melhor!

Conheça os detalhes da cobertura do plano – Outro fator importante é conhecer que tipo de serviço e procedimento o plano oferece. Por exemplo, serviços de limpeza, restauração, extração e tratamentos de gengiva podem não ter custo, já outros procedimentos cirúrgicos ou estéticos podem ter taxas adicionais.

Observe a carência – Muitasoperadoras costumam estipular um período de carência para utilizar determinados serviços odontológicos. Portanto, verifique o período exato para ter direito aos serviços.

JundMed é a escolha correta!

Entender como cada modalidade deve ser declarada facilita no momento para garantir que o contribuinte não tenha sua declaração retida pela Receita Federal, por conta de erros e inconsistências. Por isso, em caso de dúvidas, entre em contato conosco e conheça os planos que saúde que atendem em Jundiaí.

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O que é e como funciona o rol de procedimentos ANS?

O termo rol de procedimentos ANS pode soar estranho, mas para quem possui plano de saúde é imprescindível conhecer o que é, como funciona e como ele interfere neste segmento, já que ele é o responsável por garantir coberturas mínimas para os planos de saúde, como alguns tratamentos, exames e consultas específicas.

Conhecendo a ANS

Para identificar o que é o rol de procedimentos, é importante ter conhecimento prévio sobre a entidade que faz essa regulamentação, no caso, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Essa entidade é caracterizada como um escritório regulador de planos de saúde, vinculados ao Ministério da Saúde, do Governo Federal do Brasil.

Mesmo sendo vinculada ao Governo, ela possui o funcionamento independente, como uma autarquia e é a responsável por administrar os planos de saúde do país, garantindo normas e fiscalizando os procedimentos. Ou seja, criam leis e fazem ações de intervenção fiscalizatória nas empresas de áreas de saúde. Além disso, o propósito dessas ações é de proteger e dar suporte ao consumidor.

Sobre rol de procedimentos

Com uma entidade controlando a área dos planos de saúde no país, fica mais fácil desenvolver processos específicos para administrar esse setor. Entre eles, está o rol de procedimentos, que é uma lista com todos os procedimentos para cobertura mínima obrigatória dos planos de saúde.

Isso significa que essa lista é referência em todos os planos de saúde, incluindo os odontológicos, ambulatorial e também o hospitalar. Ela entrou em vigor desde o dia 2 de janeiro de 1999, portanto, todos os planos contratados a partir desta data deve seguir essa lista. Os contratados anteriormente à esta data, continua valendo o que foi estabelecido no contrato.

A cada dois anos, essa lista passa por reformulações, para atualizar novas tecnologias e rever as regras estabelecidas. Em 2020, foram inclusos na lista medicamentos para o tratamento de doenças crônicas e oncológicas. E em 2018, medicamentos e tratamentos para o câncer foram inseridos. Portanto, entender o rol de procedimentos permite aumentar o conhecimento sobre os diretos de cada pessoa. 

No site oficial, você tem acesso às informações detalhadas sobre como é atualizado o rol de procedimentos, o fluxo das etapas de atualização, o cronograma, como participar da atualização e a cobertura assistencial.

Jundmed

O objetivo da JundMed é garantir transparência nas informações sobre os planos e serviços. Por isso, nossa equipe é especialista no assunto e está sempre a disposição para te atender. Saiba mais sobre os planos oferecidos pela JundMed. Entre em contato e faça uma cotação!  

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Coparticipação: conheça o que é e quais são as vantagens

Realizar exames de rotina e frequentar especialistas deve ser feito de modo regular para manter a saúde em dia e prevenir doenças. Com a aquisição do plano de saúde, os médicos realizam um diagnóstico qualificado e humanizado, além de possuir a vantagem de fazer exames específicos em curto prazo de tempo. Muitas pessoas ainda utilizam serviços de hospitais e clínicas de modo esporádico, por isso, a sugestão é optar pelo plano de saúde com coparticipação.

O que é coparticipação?

A diferença entre o plano de saúde completo e do com coparticipação é que no completo, é pago um valor fixo para ampla cobertura, independente do perfil da pessoa, estado de saúde e até mesmo da necessidade médica. No plano completo, o valor é baseado em alguns fatores, como faixa etária, rede credenciada ou até a abrangência geográfica.

Se tratando do plano de saúde com coparticipação, o usuário paga, além da mensalidade, por cada serviço utilizado, como consultas, exames, internações, entre outros. As taxas extras são cobradas de acordo com a utilização da demanda médica.

No plano de saúde empresarial, a coparticipação é uma parceria entre a empresa e o funcionário para arcar com alguns custos do plano de saúde empresarial, para que seja favorável a ambos os lados. De um lado, a empresa paga o valor da mensalidade do plano e do outro, os funcionários contribuem com uma taxa, quando necessário utilizar determinado serviço de saúde, a fim de cobrir os gastos com o procedimento.

Vantagens da coparticipação

A maior vantagem do plano de saúde com coparticipação é a possibilidade de acesso para as pessoas que até então não tinham condições de pagar um plano convencional. No quesito monetário, o valor da mensalidade costuma ser menor comparado em outras modalidades.

O preço em si varia de acordo com cada representante. Cada operadora possui regras diferentes sobre a coparticipação. Por exemplo, a GNDI e a Amil cobram na forma de taxas tabeladas, enquanto outras operadoras de saúde trabalham com porcentagem de coparticipação.

Como funciona?

Para os meses que não há utilização, a mensalidade é livre de taxas adicionais.

Quando o funcionário, que possui coparticipação no plano empresarial, utilizar algum serviço, o valor do procedimento será descontado na folha de pagamento do servidor. Geralmente, são debitados entre o primeiro e terceiro mês após o procedimento.  

JundMed

A JundMed dispõe de planos individuais, empresariais e odontológicos para atender os segmentos de acordo com a necessidade de cada cliente. Nossa equipe é especializada em auxiliar nos contratos e esclarecimento de dúvidas. Se você deseja saber mais sobre nossos serviços, entre em contato pelo WhatsApp.

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Você sabe qual é a diferença entre Plano de Saúde e o SUS?

Estar com saúde é a garantia de bem-estar e qualidade de vida. Quando algo não vai bem no corpo, ele reage às adversidades de alguma maneira, geralmente, surgem as dores e o desconforto. Ficar doente é uma situação imprevisível. Ninguém deseja estar em um hospital, passar por exames e tomar remédios, mas em algum momento isso vai acontecer.

No Brasil existem duas plataformas que são voltadas à saúde: o Sistema Único de Saúde (SUS) e os Planos de Saúde. A principal diferença entre eles é que o primeiro é destinado à saúde pública e o segundo, à particular. Quando se analisa cada um dos sistemas, é notável como a realidade vivenciada nos hospitais é distinta.

O SUS é o responsável por prestar atendimento médico aos brasileiros de forma gratuita. Foi criado em 1988, com o objetivo de garantir saúde pública em todas fases da vida, desde as primeiras consultas médicas de rotina até cirurgias e tratamentos específicos. Sendo assim, por oferecer atendimento sem custos, há hospitais públicos que não comportam a demanda e os serviços se tornam precários. A falta de leitos, longo tempo de espera para atendimento e a pouca humanização são um dos maiores problemas deste modelo.

Caracterizado por Saúde Suplementar, ela promove o atendimento particular e pode ser feito por meio da contratação de um Plano de Saúde, que visa oferecer assistência médica e hospitalar, com mais conforto, qualidade e de um modo mais humanizado. Todos os procedimentos médicos são assegurados para quem contrata cada tipo de plano. O propósito desse modelo é de assegurar os beneficiados em caso de emergência e quando desejar consultas com especialista, a qualquer momento.

Veja as vantagens de ter um Plano de Saúde

  • Infraestrutura de qualidade;
  • Garantia de atendimento;
  • Facilidade em agendar consultas;
  • Conforto dos quartos; 
  • Atendimento mais humanizado;
  • Diversas opções de plano;
  • Especialistas qualificados.

Converse com a JundMed

Depois de analisar as diferenças entre o SUS e o Plano de Saúde e conhecer as vantagens de contratar um, não deixe de falar com a JundMed. Nós iremos atende-lo da melhor maneira, garantindo sempre um tratamento diferenciado e explicando todas as dúvidas que possam surgir sobre o assunto.

Em Jundiaí, a JundMed atende os planos de saúde Sobam, Amil, NotreDame Intermédica, Bradesco Saúde, Unimed, SulAmérica e Beneficência Portuguesa.  São diversas opções de planos e valores, para avaliação do melhor custo-benefício direcionado a você e sua família.

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Planos de saúde: saiba como declarar no Imposto de Renda

As pessoas físicas que ainda não preencheram a declaração do Imposto de Renda, podem finalizá-la até às 23h59 de hoje, 31 de março. Com o propósito de orientar os que deixaram para a última hora e já se preparar para a próxima declaração, a JundMed detalha como os gastos com a saúde podem ser incluídos na documentação. 

Diferenças no plano empresarial e individual

Quem possui plano de saúde e declara o imposto de renda, deve verificar dois quesitos: se o seu plano é empresarial ou individual. O plano empresarial é classificado como um benefício concedido aos colaboradores de determinadas empresas, enquanto o individual é contratado pela pessoa física direto com a operadora.

Quando se trata do plano empresarial, o beneficiado não poderá fazer deduções, ou seja, abater os valores na declaração. Já no plano individual, as deduções se enquadram aos pagamentos efetuados pelo contribuinte em relação ao seu próprio plano e de seus dependentes.

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Abaixo, veja as regras para cada caso:

Planos individuais:

Para declarar os planos, é preciso solicitar à operadora um informe de pagamentos. O programa do imposto de renda permite a importação deste documento, o que ajuda e agiliza o preenchimento. Os gastos com plano de saúde devem ser informados na ficha Pagamentos Efetuados, sob o código 26, incluindo o CNPJ e o nome da operadora.

Reembolso:

Se o reembolso for parcial, o valor dedutível como despesa médica é a diferença entre o valor gasto e o reembolsado. Na ficha Pagamentos Efetuados da declaração, no campo “Valor pago”, deve ser informado o valor total da despesa paga e no campo “Parcela não dedutível/valor reembolsado” o valor reembolsado.

Todos os comprovantes, como recibos e notas fiscais das despesas dedutíveis, devem ser guardados em caso de necessidade de comprová-los na Receita Federal. A recomendação é guardar os comprovantes por no mínimo cinco anos a partir de 1º de janeiro do ano seguinte ao do processamento da declaração.

Dependentes:

É possível deduzir os gastos com plano de saúde e outras despesas com saúde de dependentes e alimentandos (beneficiários de pensão alimentícia). Para isso, observando as regras do IR, é preciso cadastrar a pessoa na ficha Dependentes ou Alimentandos, na página da declaração, e informar o CPF de todos.

Plano de saúde de não dependente:

Quem paga plano de saúde para outra pessoa que não se encaixa na condição de dependente até pode lançar o valor na declaração do IR, porém não como um valor dedutível.

Dedução de despesas médicas e com instrução de cônjuge e filho não incluídos como dependentes:

Como regra geral, somente são dedutíveis na declaração as despesas médicas e com instrução de pessoas físicas consideradas dependentes perante à legislação tributária e incluídas na declaração do responsável em que for considerado dependente. Contudo, podem ser deduzidas na declaração as despesas médicas e com instrução pagas pelo declarante referente a alimentandos.

Planos empresariais e de coparticipação:

Não é possível abater do IR o plano de saúde quando este for pago integralmente pela empresa. Mas, se o titular é responsável por parte do valor, a parcela dedutível é aquela que o contribuinte pagou efetivamente.

Além disso, se houve despesas com consulta ou exame com reembolso parcial, pode-se lançar a diferença entre o valor gasto e o reembolsado. Importante destacar que todas as despesas dedutíveis declaradas precisam ser comprovadas.

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Entender como cada modalidade deve ser declarada facilita no momento para garantir que o contribuinte não tenha sua declaração retida pela Receita Federal, por conta de erros e inconsistências. Por isso, em caso de dúvidas, entre em contato conosco e conheça os planos que saúde que atendem em Jundiaí.

Texto originalmente desenvolvido por Leonardo Souza.

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Conheça todos os perigos da automedicação

O dia desperta, você acorda, começa a espirrar e pensa: “acho melhor tomar um antigripal”. Isso é algo muito comum na vida de muita gente, o que vai muito de encontro com o tema do nosso artigo, que é sobre os perigos da automedicação. E esse ato de se automedicar é algo rotineiro para muitas pessoas, mas que, no entanto, pode envolver alguns perigos. 

Esse perigo acaba, muitas vezes, sendo transmitido de geração para geração. Isso fica ainda mais visível hoje, no momento em que vivemos, onde tudo pode ser facilmente pesquisado na internet. É claro que a internet nos ajuda muito a entender sobre o que estamos sentindo, mas o correto é sempre optarmos em acionar um médico especialista no assunto.

Porém, o problema surge quando pessoas tomam para si próprias o poder da influência sem ter uma base de conhecimento correta na hora de se medicar sem antes consultar um médico especialista.

Quer entender mais um pouco sobre os perigos da automedicação e como evitar isso na sua rotina? Siga a leitura do nosso artigo. 

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Mas, afinal, o que é automedicação?

Se formos considerar a definição da palavra no dicionário, a automedicação significa o “ato ou efeito de escolher e tomar medicamento(s) sem aconselhamento médico”. Ou seja, isso acontece quando a pessoa resolve tomar um remédio por conta própria, quando recebe as recomendações de amigos, familiares ou até mesmo por meio de buscas pela na internet.

E, como dissemos no início do texto, esse impulso da automedicação normalmente acontece para aliviar um simples sintoma que temos no momento, como por exemplo em um simples resfriado.

Um dos motivos para isso ser feito é que, com a rotina do dia a dia, muitas pessoas não conseguem ou pensam em procurar um médico para ajudá-las. E, nesses casos, a automedicação acaba surgindo como a solução mais rápida.

Esse movimento de automedicação acontece, também, quando sentimos algo que temos a impressão de já termos sentido antes, onde presumimos já saber como nos medicar para combater tal sintoma. Isso acaba afetando, principalmente, quem não tem a noção da quantidade necessária do remédio considerando peso, idade ou grau da doença em que ela esteja. 

Entendendo os perigos da automedicação

É bem comum termos uma caixinha de primeiros socorros com alguns medicamentos estocados em nossas casas, não é mesmo? Esses medicamentos, normalmente, são aqueles que são mais utilizados e facilmente comprados em farmácias, combatendo as mais variadas dores, como a de cabeça, muscular e gastrite, por exemplo. No entanto, esses medicamentos podem até reduzir a dor momentânea ou fazer com que o sintoma desapareça, não significando que a enfermidade foi curada. Ou seja, o tratamento pode não ter sido o adequado. 

Isso acontece, pois alguns remédios servem apenas para combater os sintomas, não causando tanto impacto na causa do problema. E, com o passar do tempo, os perigos da automedicação acabam sendo agravados, pois acabam mascarando um problema mais grave. 

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Resistência a medicamentos

O uso contínuo da automedicação pode gerar resistência a medicamentos. Isso acaba sendo um dos temas mais discutidos da comunidade médica. O motivo desse problema acontece, principalmente, no uso de anti-inflamatórios e antibióticos, que são vendidos apenas com prescrição médica justamente por essa razão. Na pandemia, nós ouvimos falar muito sobre isso.

Os antibióticos usados sem orientação médica, assim como não tomá-los de acordo com o tempo sugerido pelo médico ou pelo fabricante, acabam tornando os microrganismos resistentes à substância ativa. Ou seja, acaba sendo necessária a administração de um medicamento cada vez mais forte.

Esse uso indiscriminado de antibióticos já levou ao desenvolvimento da superbactéria KPC, que é resistente a múltiplos medicamentos desse tipo.

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Dependência

Quando a pessoa toma um remédio e sente que ele fez o efeito imediato, sente que sempre ele servirá para aliviar aquela dor. Assim, o uso dos fármacos pode acabar se tornando um vício, fazendo com que a pessoa não consiga mais ficar sem ele. 

O uso constante da mesma substância ativa pode fazer com que ela não cause mais efeito no organismo com o passar do tempo, ou que as doses precisam ser ajustadas com frequência, o que leva o item que será destacado na sequência. 

Esse efeito da automedicação é muito comum em medicamentos sedativos e que induzem ao sono, além da morfina. 

Superdosagem

Muitas pessoas costumam dobrar a dosagem de um remédio na intenção de potencializar sua eficácia ou acelerar o seu efeito. Isso é motivo de muita atenção e cuidado. Os medicamentos possuem um limite muito tênue entre a dose terapêutica e a tóxica. 

A superdosagem também acontece com o uso muito prolongado de um determinado remédio, mesmo que você esteja tomando a quantidade recomendada. Por isso, é importante receber a recomendação médica. 

Para se ter uma ideia, o uso excessivo de anti-inflamatórios pode gerar problemas gástricos e renais, enquanto o abuso de analgésicos causa danos ao fígado.

Sobreposição e anulação de outros medicamentos

Isso acontece quando uma substância é alterada na presença de outra substância. Alguns antibióticos podem reduzir significativamente o efeito de determinados anticoncepcionais, dentre outros medicamentos. Assim, o acompanhamento médico permite a mudança de medicação assim que um não faz mais efeito por outro mais eficaz.

Alergia a medicamentos

A falta de conhecimento sobre um remédio também aumenta o risco de consumo de substâncias que causam alergia aos diferentes organismos. Os corpos das pessoas são diferentes e, dependendo da sensibilidade delas, as reações alérgicas podem ser até mesmo fatais.

A busca pelo médico ajuda neste momento

Sabemos que a ida ao médico pode ser um desafio na nossa rotina, principalmente para quem não tem um plano de saúde e depende do Sistema Único de Saúde para marcar suas consultas. Muitas pessoas não contratam um seguro que atenda às suas necessidades com medo dele ser muito caro, dentre outros motivos. 

A JundMed oferece as principais opções de planos de saúde do mercado, atendendo às suas necessidades de acordo com seu bolso. Clique aqui e fale com um de nossos especialistas para entender como podemos ajudar você.

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O que o plano de saúde deve cobrir?

A dúvida sobre o que um plano de saúde deve cobrir é bastante comum para quem busca pela contratação. E isso não é somente para quem está buscando contratar, mas como também para quem já possui um desses planos. 

Quem busca plano de saúde em Jundiaí também passa por isso, muito pela quantidade de boas opções que a cidade oferece na rede credenciada nos mais diversos seguros. 

Para sanar essas dúvidas, a JundMed preparou esse guia sobre o que o plano de saúde deve cobrir, além dos direitos e deveres do contratante e do contratado em diversas situações. Siga a leitura. 

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Os detalhes do que o plano de saúde deve cobrir

Quem busca contratar um plano de saúde faz isso na intenção de ter à sua disposição uma série de serviços médicos, como:

  • Consultas;
  • Exames;
  • Tratamentos;
  • Internação;
  • Dentre outros benefícios.

No entanto, existem ainda mais detalhes que podem ser explorados em cada um desses itens, os quais elencamos na sequência.

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Consultas, exames e tratamentos

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), órgão que regulamenta este serviço no Brasil, define uma lista de consultas, exames e tratamentos no seu Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. 

Esse Rol de Procedimentos esclarece o que os planos de saúde são obrigados a oferecer, conforme cada tipo de plano de saúde (ambulatorial, hospitalar com ou sem obstetrícia, referência ou odontológico).

Essa lista é válida para todos que foram contratados a partir de 02 de janeiro de 1999, os conhecidos como “planos novos”. Ou seja, você que vai contratar seu plano de saúde, já entra neste Rol. 

Ela até pode ser válida para quem contratou plano de saúde antes desta data, mas somente para aqueles que foram adaptados à Lei dos Planos de Saúde. Por isso, o mais indicado antes de fazer qualquer procedimento, é verificar qual tipo de plano de saúde você tem e qual a abrangência que ele oferece contratualmente. 

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Hospitais, laboratórios, clínicas e médicos

Aqui, vamos separar dois pontos principais sobre a rede de hospitais, laboratórios, clínicas e médicos conveniados ao seu plano.

O primeiro é que nem todos os planos dão direito à internação hospitalar. Os planos de saúde que oferecem esse direito são os de tipo hospitalar com obstetrícia, hospitalar sem obstetrícia ou plano referência. Para saber qual plano você tem, o ideal é checar no seu contrato o que foi acertado entre a corretora e você. 

Além disso, o segundo ponto é ver a rede credenciada que seu plano cobre. É importante avaliar bem na hora de contratar o plano de saúde quais são os hospitais, laboratórios e médicos a que você terá direito na categoria escolhida. 

Essa dica vai, em especial, para os hospitais, visto que sua operadora de plano de saúde só poderá descredenciá-los em caráter excepcional. Quando isso ocorre, é obrigatório que o plano de saúde, nesses casos, substitua o hospital descredenciado do plano por outro equivalente e comunique essa mudança ao consumidor e à ANS com 30 dias de antecedência.

Isso só não precisa acontecer em casos de fraude ou infração sanitária, além de problema fiscal por parte do hospital retirado do convênio. Caso a operadora opte por descredenciar um hospital sem substituí-lo por outro equivalente, só poderá efetivar e comunicar a redução da rede hospitalar aos beneficiários após autorização da ANS.

Atenção na cobertura de órteses e próteses

Alguns contratos não regulamentados pela Lei nº 9.656, de 1998, é frequente haver exclusão de cobertura a órteses e próteses. Mas o que seriam essas duas categorias?

A órtese é todo dispositivo permanente ou transitório, utilizado para auxiliar as funções de um membro, órgão ou tecido, evitando deformidades ou sua progressão e/ou compensando insuficiências funcionais.

Já a prótese é todo dispositivo permanente ou transitório que substitui total ou parcialmente um membro, órgão ou tecido.

Já nos planos regulamentados pela lei dos “planos novos”, é obrigatória a cobertura às próteses, órteses e seus acessórios que necessitam de cirurgia para serem colocados ou retirados (materiais implantáveis). Porém, em seu artigo 10, a mesma Lei permite a exclusão de cobertura ao fornecimento de órteses e próteses não ligadas ao ato cirúrgico – as não implantáveis -, tais como óculos, coletes ortopédicos, próteses de substituição de membros.

Implante de Órteses e Próteses pelo Plano de Saúde

A segmentação Assistencial

O mais indicado é que, antes de contratar um plano de saúde, ficar atento ao tipo de cobertura assistencial que atenda às suas necessidades. A segmentação do plano é justamente a composição das coberturas. Ela vai definir a que tipo de atendimento você está tem direito. Ela pode ser descrita como:

  • Ambulatorial
  • Hospitalar sem obstetrícia
  • Hospitalar com obstetrícia
  • Exclusivamente Odontológico
  • Referência
  • Ambulatorial + Odontológico
  • Ambulatorial + Hospitalar sem obstetrícia
  • Ambulatorial + Hospitalar com obstetrícia
  • Hospitalar com obstetrícia + Odontológico
  • Hospitalar sem obstetrícia + Odontológico
  • Ambulatorial + Hospitalar sem obstetrícia + Odontológico
  • Ambulatorial + Hospitalar com obstetrícia + Odontológico

Para cada uma dessas segmentações, existe uma lista de procedimentos com cobertura obrigatória descrita no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, que é editado pela ANS e revisado a cada dois anos. Essas determinações são válidas para todos os contratos dentro da lei dos “planos novos”.

Implante de Órteses e Próteses pelo Plano de Saúde

Conclusão

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Entendeu como é importante considerar diversos fatores na hora de escolher um plano de saúde? Na hora de cuidar da sua família, busque sempre o melhor que puder oferecer. Você, sua família ou os colaboradores da sua empresa merecem um plano de saúde feito com a JundMed, que tem as melhores opções de acordo com as suas necessidades. 

A JundMed oferece uma cartela completa de planos de saúde que atendem em Jundiaí. Com algumas informações básicas, conseguimos encaminhar a melhor cotação com as informações detalhadas e com melhor custo x benefício. 

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Como escolher um plano de saúde ideal para você?

Escolher um plano de saúde não é uma tarefa tão simples para muita gente. As pessoas ficam com muitas dúvidas em relação a este tema, achando que contratar um plano de saúde suplementar pode ser caro demais para a realidade em que vivem. 

No entanto, o que encontramos no mundo atual é uma diversidade de opções de convênios, com ótimo custo-benefício, com as mais diversas coberturas e serviços de acordo com cada necessidade. 

Colocando na ponta do lápis, você vai perceber que vale muito mais a pena pagar uma mensalidade e ter direito a consultas, exames e internações do que pagar os altos preços da rede particular ou ficar na fila do SUS, principalmente em momentos difíceis de crises sanitárias.

Quer entender como escolher um plano de saúde pode ser mais fácil do que parece, inclusive preferindo por um que cabe no seu bolso? Confira mais um artigo da JundMed.

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A melhor forma de escolher um plano de saúde

Escolher um plano de saúde ajuda a garantir assistência médica de qualidade e ter mais segurança na sua vida pessoal e financeira.

Afinal, imprevistos acontecem e ninguém sabe quando vai ficar doente e precisar de assistência especializada. 

Sem convênio, a pessoa acaba tendo de escolher entre ir para a fila do SUS ou arcar todos os custos no particular. 

Mesmo com o Sistema Único de Saúde atendendo toda a população brasileira gratuitamente, ele não consegue atender toda a demanda populacional, infelizmente. 

No particular, os preços podem ser exorbitantes e deixar você endividado por um bom tempo, dependendo da complexidade do problema. Você sabia que uma internação pode ultrapassar os R$ 10 mil facilmente? 

Por isso, a melhor saída para receber os cuidados médicos ideais é escolher um plano para você e sua família.

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Entendendo as demandas particulares e escolhendo o plano

De acordo com o IBGE, 28% da população brasileira possui plano de saúde — o que corresponde a 59,7 milhões de pessoas. No entanto, para fazer parte desta estatística, é importante saber escolher um plano de saúde compatível com as suas necessidades médicas.

Por isso, é importante avaliar alguns pontos:
  • Você quer ser atendido na sua cidade ou em todo o país?
  • Quer ficar na enfermaria ou em um apartamento em caso de internação? 
  • Está disposto a pagar coparticipação ou quer tudo incluso na mensalidade?

Essas e outras respostas vão definir que tipo de plano você precisa, quais coberturas são essenciais ajudam a escolher um plano de saúde que caiba no bolso, dependendo das suas necessidades.

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O próprio mercado entendeu isso e hoje as operadoras oferecem várias opções de planos, com diferentes coberturas e valores competitivos. Os planos mais básicos, com menos coberturas ou área de atendimento mais limitada, por exemplo, podem ter um bom custo-benefício para quem não utiliza os serviços com muita frequência.

Além disso, outro fator que ajuda a reduzir o valor da mensalidade é aderir aos planos coletivos e empresariais, em vez dos individuais. Se você usa pouco, a escolha pode ser por convênios com coparticipação, que têm mensalidades menores e cobram uma taxa simbólica a cada atendimento.

Dicas para escolher um plano de saúde ideal

Escolha o tipo de plano de saúde

Como dissemos, a contratação dos planos pode ser feita de forma diferente, com três tipos de contratação:

  • Individual ou familiar: você procura a operadora para contratar o plano
  • Coletivo por adesão: oferecidos por associação profissional ou sindicato
  • Coletivo empresarial: empresa oferece o plano

Os planos de saúde coletivos costumam ser bem mais em conta do que os contratados no setor individual e familiar. Vale lembrar que qualquer MEI pode contratar um plano de saúde empresarial. 

Onde você quer ser atendido?

As coberturas dos planos de saúde podem ser nacionais, estaduais ou só para a sua cidade.

Se você viaja muito, o ideal é escolher um de abrangência nacional. Mas, se ser atendido apenas no seu estado ou cidade está de bom tamanho, o valor pode ficar mais acessível.

Vale destacar que é importante saber onde você quer ser atendido, também. Existem basicamente cinco segmentos assistenciais:

  • Ambulatorial: cobre apenas consultas, exames e terapias
  • Hospitalar com ou sem obstetrícia: cobre apenas internações em hospitais (com ou sem direito a parto)
  • Ambulatorial + hospitalar com ou sem obstetrícia: cobre consultas, exames, terapias e internações (com ou sem direito a parto)
  • Odontológico: cobre apenas assistência odontológica
  • Referência: cobre consultas, exames, terapias, internações e parto (a cobertura total é válida 24 horas depois da adesão, sem carência)

O plano referência é o melhor no quesito coberturas, mas também o mais caro.

O ideal é contratar um convênio que ofereça no mínimo a cobertura ambulatorial + hospitalar — e se você quer ter filhos, a cobertura de parto é fundamental.

Considerando o tipo de acomodação

Aqui deve se considerar o tipo de quarto que você terá em caso de internação. A variação vai de acomodação coletiva (enfermaria) ou acomodação individual (apartamento).

É claro que o apartamento é mais confortável, mas também vai aumentar consideravelmente o valor do seu plano.

A rede credenciada e a carência

Cada convênio possui sua rede de hospitais, clínicas, laboratórios e médicos, e cabe a você avaliar se os prestadores são suficientes.

Lembre-se de priorizar qualidade sobre quantidade, escolhendo planos que ofereçam bons hospitais e profissionais de saúde bem avaliados.

Os planos de saúde também podem instituir prazos de carência até a liberação dos serviços, seguindo os limites abaixo:

  • 24 horas para urgências e emergências
  • 180 dias para demais coberturas
  • 300 dias para partos a termo (gestações com mais de 37 semanas)

Se você já tem um convênio há um tempo, é possível trocar de plano sem cumprir uma nova carência — consulte as condições de portabilidade no site da ANS.

Vale lembrar que os planos de saúde passam por dois tipos de reajuste: o anual e o aumento por mudança de faixa etária. Considere isso nos seus cálculos, para evitar problemas futuros. 

Conclusão

Entendeu como é importante considerar diversos fatores na hora de escolher um plano de saúde? Na hora de cuidar da sua família, busque sempre o melhor que puder oferecer. Você, sua família ou os colaboradores da sua empresa merecem um plano de saúde feito com a JundMed, que tem as melhores opções de acordo com as suas necessidades. 

A JundMed oferece uma cartela completa de planos de saúde que atendem em Jundiaí. Com algumas informações básicas, conseguimos encaminhar a melhor cotação com as informações detalhadas e com melhor custo x benefício. 

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Quais os planos de saúde que atendem em Jundiaí?

Em tempos como o que estamos vivendo com a pandemia da covid-19, onde os cuidados com a saúde devem ser redobrados, uma das maiores preocupações aparece na hora de contratar um plano de saúde. Pensando em trazer um panorama geral sobre o assunto, a JundMed preparou um artigo especial com os melhores planos de saúde que atendem em Jundiaí. 

Quem contrata um plano de saúde, muitas das vezes, faz essa aquisição pensando em oferecer um cuidado extra para si próprio e para sua família.  

A contratação de um plano de saúde possibilita que você tenha acesso às melhores opções de atendimento na sua localidade, seja em clínicas, laboratórios de exames de análises clínicas e hospitais. 

Quer entender mais sobre esse assunto e ainda por cima saber quais são os planos de saúde que atendem em Jundiaí? Continue a leitura do texto. 

Os benefícios em contratar um plano de saúde

Os motivos para contratar um plano de saúde são diversos. Quem faz isso, busca a garantia de qualidade de atendimento, além da possibilidade de ter marcações rápidas de consultas, sem necessidade de esperar meses na fila do SUS. 

Dentre os principais pontos positivos de se tornar um beneficiário de um plano de saúde estão:

  • Preços atrativos;
  • Melhor custo-benefício em relação a consultas particulares;
  • Possibilidade de ter serviços extras;
  • Flexibilidade no atendimento;
  • Profissionais especialistas disponíveis nas mais diversas áreas.

Porém, antes de contratar um plano de saúde, o ideal é entender as modalidades desse serviço: os planos de saúde empresariais (coletivos) e os planos de saúde individuais (familiares)

Os planos de saúde que atendem em Jundiaí adotam as duas modalidades e cabe ao contratante ver em qual perfil ele se encaixa, levando sempre em conta os valores e abrangência de atendimento. 

Os planos de saúde que atendem em Jundiaí

Plano de saúde Sobam

A SOBAM é um dos planos de saúde que atende em Jundiaí, abrangendo sua área de atuação para as cidades de Cabreúva, Campo Limpo Paulista, Itupeva, Louveira e Várzea Paulista. Sua estrutura conta com o Hospital Pitangueiras, considerado um hospital geral de alta complexidade, localizado em Jundiaí. 

A SOBAM oferece planos individuais (familiares), assim como planos por adesão, os chamados empresariais. A empresa é considerada líder de implantação de produtos de alta complexidade na região de Jundiaí.

Quero contratar um plano de saúde SOBAM!

Plano de saúde Amil em Jundiaí

Amil faz parte da maior e mais diversificada empresa do setor de saúde do mundo. Ela oferece planos de saúde e odontológicos em mais de 130 países, para cerca de 140 milhões de pessoas. Em Jundiaí, a rede Amil abrange uma série de hospitais e clínicas especializadas. 

Quero contratar um plano de saúde Amil!

Plano de saúde NotreDame Intermédica

Pioneiro em Medicina Preventiva, o Grupo NotreDame Intermédica (GNDI) oferece excelentes soluções em planos de saúde e odontológicos em Jundiaí. Eles dispõem em Jundiaí do Hospital Paulo Sacramento, do Espaço NotreLife 50+, de centro clínico, além de demais locais de atendimento. 

Com 6,2 milhões de beneficiários é, hoje, a maior empresa de Saúde do País.

Quero contratar um plano de saúde NotreDame Intermédica!

Plano de saúde Bradesco Saúde

O Plano de Saúde Nacional do Bradesco Seguros oferece excelentes soluções para planos de saúde coletivos, os chamados planos empresariais. Eles oferecem ampla cobertura em todo o Brasil, com médicos, clínicas, hospitais e laboratórios.

Quero contratar um plano de saúde Bradesco Seguros!

Plano de saúde Unimed Jundiaí

A Unimed possui abrangência a nível nacional, presente em 83% do território brasileiro. Sua estrutura em Jundiaí conta com hospitais e clínicas particulares, além de possuir atendimento com profissionais cadastrados na sua rede. 

A empresa também coordena um dos principais diferenciais, conhecido como Intercâmbio Nacional, que é o atendimento do beneficiário de uma Unimed por outra, desde que seu plano contratado permita a prática.

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Plano de Saúde SulAmérica

Sua rede tem abrangência nacional, com profissionais qualificados nas mais diversas áreas de atuação. São mais de 15 mil clínicas e consultórios, 2.900 centros de diagnóstico, 1.400 hospitais e muito mais opções de atendimento.

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Plano de saúde Beneficência Portuguesa

O Saúde Beneficência oferece aos seus usuários do plano de saúde cobertura em centros médicos, ambulatórios, laboratórios, hospitais e um renomado corpo clínico. Ele é um dos planos de saúde que atendem em Jundiaí, possuindo abrangência em mais 18 municípios da região de Campinas e Jundiaí, com mais de 1.000 pontos de atendimentos.

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Qual plano de saúde escolher?

Como você pôde perceber, cada plano tem suas particularidades e entender os pontos citados no artigo pode te ajudar a escolher a opção que mais se encaixa à sua necessidade. 

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